Islam Makhachev foi colocado ao lado de Jon Jones e Georges St-Pierre numa discussão de todos os tempos no MMA pela antiga lutadora do UFC Diana Belbita. A falar no podcast The Game Plan, Belbita disse que Makhachev faria parte do seu top três, ou no mínimo do seu top cinco, entre os maiores lutadores do desporto. A sua avaliação não foi enquadrada como uma declaração de que Makhachev já tinha tomado o primeiro lugar. Em vez disso, Belbita traçou uma distinção entre colocá-lo firmemente na conversa de elite e decidir a ordem exata no topo.
Essa distinção é o ponto central dos comentários de Belbita. Ela nomeou Jones como um dos melhores e disse que sentia que Makhachev pertencia "em algum lugar ali" com Jones e St-Pierre. O argumento de Belbita baseou-se no que descreveu como provas repetidas contra forte oposição, em vez de numa alegação de que Makhachev simplesmente construiu a sua posição contra adversários com registos negativos. Para Makhachev, o elogio é notável porque liga a sua posição atual a um percurso de carreira que começou com um revés inicial no UFC e, de acordo com o relato fornecido, cresceu para uma longa série invicta e sucesso no campeonato em duas divisões.

Belbita coloca Makhachev em companhia de elite
Belbita foi enfática ao afirmar que Islam Makhachev pertence ao debate mais amplo de todos os tempos. “Vou colocá-lo no top três, pelo menos no top cinco”, disse ela, acrescentando que ele já se provou muitas vezes e lutou contra alguns dos melhores. A formulação deixa margem para debate sobre a ordem, mas não sobre se Makhachev deve ser incluído no seu escalão mais alto. Ela também deixou claro que, atualmente, não colocaria Makhachev em nenhuma das duas primeiras posições. Belbita disse que lutadores ao nível de campeonato no UFC devem fazer parte da conversa, ao mesmo tempo que reconheceu a dificuldade de decidir qual lutador de elite merece ser classificado acima de outro. A sua posição final foi direta: Makhachev é “definitivamente um dos três melhores de todos os tempos” na sua lista, mesmo sem uma designação de n.º 1 ou n.º 2. Essa é uma leitura mais precisa do elogio do que um simples rótulo de melhor de todos os tempos. Belbita apresentou uma opinião de ranking pessoal, não um ranking oficial do UFC nem um veredicto histórico consolidado. O desenvolvimento noticioso confirmado é que ela elevou Makhachev ao seu grupo de topo com Jones e St-Pierre, mantendo a distinção entre a inclusão entre a elite e o mais alto lugar individual do desporto.
O material de origem fornece o enquadramento da carreira por trás dessa opinião. A única derrota de Makhachev num registo profissional de MMA de 30 lutas aconteceu contra Adriano Martins na sua segunda luta no UFC, no UFC 192 em 2015, um desaire no primeiro round. O relato fornecido diz que desde então somou uma sequência de 17 vitórias consecutivas. Essa sequência dá às observações de Belbita uma cronologia clara: uma derrota precoce foi seguida por uma fase sustentada que fez Makhachev passar de um lutador do UFC em desenvolvimento a um campeão cujas conquistas são agora usadas em argumentos de todos os tempos. Makhachev conquistou o título dos pesos leves contra Charles Oliveira no UFC 280 em 2022 e deixou vago esse cinto em 2025 antes de subir para os pesos meio-médios. Depois conquistou o título dos meio-médios com uma vitória sobre Jack Della Maddalena no UFC 322. A fonte diz também que fez a sua primeira defesa de título bem-sucedida no UFC 330 em agosto e identifica uma vitória por decisão unânime sobre Ian Machado Garry no UFC 330, na Pensilvânia, como a sua última aparição. Estes marcos fornecidos explicam por que Belbita se concentrou na prova ao longo do tempo em vez de num único resultado.
O que o registo fornecido acrescenta ao debate
O currículo de Makhachev, conforme descrito na fonte, combina a recuperação após uma derrota, uma série de 17 vitórias consecutivas e conquistas de títulos no peso leve e no peso meio-médio. A fonte atribui-lhe ainda o maior número de defesas de título bem-sucedidas e o maior número de vitórias em combates de título na história do UFC. Estas são as conquistas concretas associadas à avaliação de Belbita, embora a sua classificação continue a ser a sua própria opinião e não uma designação oficial. A sua mentoria por Khabib Nurmagomedov também faz parte do contexto fornecido, mas os comentários de Belbita centraram-se no desempenho do próprio Makhachev. Ela apontou o nível dos lutadores que ele enfrentou e a natureza repetida do seu sucesso. Nesse sentido, o seu argumento não é apenas que Makhachev atingiu o nível de campeão uma vez; é que os seus resultados contínuos e marcos de título justificam a sua inclusão numa discussão histórica selecionada. O material disponível não estabelece uma ordem universal de todos os tempos, e Belbita não reivindicou uma. O que estabelece é a sua confiança de que Makhachev ultrapassou o limiar para uma conversa de top três ou top cinco. Para os leitores que avaliam a afirmação, os factos relevantes são a única derrota inicial, a série invicta reportada que se seguiu, a conquista do título de peso leve, a posterior conquista do título de peso meio-médio e o resultado do UFC 330 fornecido pela fonte.
- A visão de classificação de Belbita: Islam Makhachev está no seu top três, com o top cinco como o intervalo mínimo que ela declarou.
- O limite de Belbita a esse elogio: ela não colocou Islam Makhachev no n.º 1 ou n.º 2 neste momento.

| Ponto de carreira | Detalhe confirmado no material fornecido |
|---|---|
| Revés inicial no UFC | Islam Makhachev perdeu para Adriano Martins no primeiro round no UFC 192 em 2015, a sua segunda luta no UFC. |
| Progressão no campeonato | Islam Makhachev conquistou o ouro do peso leve no UFC 280 em 2022, deixou-o vago em 2025 e depois conquistou o título de peso meio-médio no UFC 322. |
| Última luta reportada | A fonte identifica uma vitória por decisão unânime sobre Ian Machado Garry no UFC 330, na Pensilvânia. |
Os comentários de Belbita colocam Islam Makhachev entre os nomes que ela acredita pertencerem ao topo da história do MMA, embora sem chegar a chamá-lo de líder claro do desporto. A cronologia de carreira fornecida dá a essa opinião um contexto substancial: uma derrota em 30 lutas profissionais, uma série de 17 vitórias consecutivas após essa derrota, sucesso em campeonatos no peso leve e no peso meio-médio, e as conquistas em lutas de título que a fonte lhe atribui. O seu veredicto é, portanto, específico: Makhachev já faz parte, na sua opinião, da discussão do top três.
Conversa de Luta
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