King Green não se conteve ao falar sobre Islam Makhachev e Khamzat Chimaev.
O veterano do UFC criticou as recentes disputas de cinturão e disse que não ficou impressionado com a forma como os lutadores usaram o wrestling e o controle. Green afirmou que respeita o grappling, mas não gosta de lutas em que um lutador mantém a posição sem buscar dano real ou uma finalização.
Sua declaração mais contundente foi direcionada a ambos os lutadores. Green disse que Makhachev e Chimaev protagonizaram algumas das "lutas pelo título mais horríveis" que ele já viu. Essa é uma crítica pesada, especialmente porque ele não está falando como um fã de fora do esporte. Green está dentro do UFC há anos, dividiu o octógono com lutadores de elite e até mesmo lutou contra o próprio Makhachev.

A ideia de Green era simples. Ele quer que os lutadores criem algo memorável para os fãs. Ele não quer que as lutas pelo título pareçam longos rounds de controle com pouco perigo. Na visão dele, vencer é importante, mas a maneira como o lutador vence também importa.
Green diz que os fãs querem ação.
Green nunca teve receio de seu próprio estilo. Ele gosta de lutar de um jeito que provoque reações. Às vezes isso o ajudou. Às vezes, lhe custou caro. Mas ele sempre priorizou a ação, as trocas de golpes e o risco.
É por isso que a crítica dele soa pessoal. Ele não vê a luta apenas como uma contagem de pontos. Ele a vê também como uma performance. Green disse que alguns lutadores competem como se estivessem apenas tentando derrotar o adversário, e não criar uma luta que as pessoas queiram assistir novamente.
Ele também deixou claro que não é contra o wrestling em si. Sua recente vitória sobre Jeremy Stephens foi por finalização. O problema, para Green, não é o grappling em si, mas sim a falta de urgência na luta agarrada.
Essa parte dá mais força às suas palavras. Ele não está dizendo que toda luta precisa de golpes descontrolados. Ele está dizendo que os fãs querem movimento, dano, pressão e tentativas de finalização. Se o wrestling proporciona isso, ele respeita. Se apenas congela a luta, ele não respeita.
- King Green criticou Islam Makhachev e Khamzat Chimaev por suas recentes lutas pelo título.
- Ele disse que as lutas deles estavam entre as piores disputas de título que ele já viu.
- Green disse que respeita o grappling quando os lutadores o utilizam para atacar.
- Ele acredita que os fãs querem ação, destruição e finalizações, não apenas controle.
- Green finalizou Jeremy Stephens recentemente no UFC 328.
Makhachev e Chimaev exercem pressões diferentes.
Makhachev e Chimaev não são o mesmo lutador, mas Green os agrupou devido à maneira como conseguem controlar os oponentes.
Makhachev construiu sua trajetória no UFC com base em pressão, equilíbrio, trabalho no clinch, controle por cima e instintos apurados para finalizações. Ele sabe trocar golpes, mas seu melhor desempenho ainda vem de colocar os oponentes em posições desfavoráveis e mantê-los lá. Green sabe disso muito bem. Makhachev o derrotou por nocaute técnico em 2022, e essa luta permitiu que Green visse de perto a rapidez com que Makhachev pode dominar o combate.
Chimaev traz um tipo diferente de força. Seus primeiros rounds podem parecer uma tempestade. Ele ataca rápido, encadeia posições, ataca as costas e faz com que os oponentes lidem com a pressão física imediatamente. Quando funciona, pode parecer avassalador. Quando o ritmo diminui, os críticos começam a questionar se a luta não se torna excessivamente controlada.
É essa a linha que Green está defendendo. Ele não questiona se eles são bons. Ele questiona se o estilo proporciona aos fãs o tipo de lutas pelo título que eles querem lembrar.
| Lutador | O principal problema de Green |
|---|---|
| Islam makhachev | Controle demais quando os fãs querem mais ação. |
| Khamzat Shimaev | Pressão intensa no wrestling, mas sem um ataque memorável o suficiente. |
| Rei Verde | Quer que os lutadores busquem causar dano e finalizar os oponentes. |
| lutas pelo título do UFC | Green acredita que os campeões devem protagonizar lutas que os fãs queiram rever. |
O próprio estilo de Green explica as críticas.
As palavras de Green refletem a maneira como ele lutou durante a maior parte de sua carreira. Ele não é um lutador cauteloso que construiu sua reputação evitando o perigo. Ele fala no octógono, troca golpes na curta distância, assume riscos e tenta fazer a torcida sentir algo.
Essa abordagem nem sempre é segura. Green sofreu derrotas duras por causa dela. Ele também construiu uma carreira memorável para os fãs, porque suas lutas raramente parecem vazias. Essa é a diferença que ele destaca quando fala sobre Makhachev e Chimaev.
Sempre haverá uma divisão no MMA sobre isso. Alguns fãs se importam apenas com a vitória. Outros querem que os campeões vençam de uma forma emocionante. Green está claramente do segundo lado. Ele quer que os lutadores de elite usem suas habilidades de elite com mais urgência.
O debate não vai acabar. Makhachev e Chimaev chegaram ao topo porque suas estratégias funcionam. Os adversários sabem o que está por vir e mesmo assim têm dificuldade em impedi-los. Isso é parte do que os torna tão difíceis de derrotar.
Mas Green quer mais do que controle. Ele quer violência com propósito. Ele quer luta agarrada que caminhe para uma finalização. Ele quer disputas de título que não pareçam longas esperas.
Os fãs podem discordar dele, mas entenderão exatamente o que ele quer dizer. Em um esporte onde os campeões são julgados por vitórias e memórias, Green está dizendo que a parte da memória ainda importa.

Conversa de briga
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